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Meu primeiro amante

Meu primeiro amante Meu nome fictício é Carla (pois meu nome verdadeiro não posso revelar), tenho 41 anos, casada há dezoito, um filho, marido Auditor de Empresas, e gosta muito de mim, me acha uma deusa do amor, cuido da casa e de meu filho, tenho empregada muito fiel e por sinal deixa meu marido de água na boca. Meu marido constantemente é obrigado a viajar para visitar as filiais da empresa que presta serviços e isto esta se tornando uma rotina e como minha empregada adora cuidar de meu filho, aproveito mais meu tempo livre para cuidar de mim e, de vez em quando sem perceber estou viajando em minhas fantasias, aproveito o presente que meu marido me deu, para quanto ele estivesse

viajando, um belo e grosso consolo em forma de pênis negro. Me masturbo com esse lindo e grosso vibrador e vivo minhas fantasias, trepando e gozando em algumas loucas aventuras. Meu marido não se importa e por isso posso viajar sozinha para casa de meus pais em Goiânia, o que faço constantemente (agora muito mais). Nessas viagens a Goiânia, conheci o vizinho da casa de meus pais e ficamos bons amigos e confidentes. Toda vez que vou lá sempre encontramos e conversamos bastante e com isso nossa amizade foi ficando muito intima e ele sempre me convida para irmos até um barzinho tomar alguma coisa e sair um pouco, pois quando vou a Goiânia pouco saio de casa. Apesar de muita insistência nunca aceitei. Como já fazia um tempo que não via meus pais e como meu filho estava na escola e não podia sair, aproveitei uma das viagens de meu marido e fui para Goiânia. La chegando a primeira pessoa que encontrei foi meu confidente vizinho. Como meus pais foram para a fazenda de um tio, e não querendo ficar sozinha, criei coragem e aceitei o convite de meu vizinho e fomos a um desses barzinhos badalados de Goiânia, dançamos bastante e foi delicioso e nos divertimos. Aí que fui perceber que praticamente nos estávamos agindo quase como namorados comecei a ver que ele era um tesão de homem, só de chegar perto eu me arrepiava toda. Sem me dar conta já estávamos vivento um romance embora meio platônico querendo virar realidade. Durante o nosso pequeno romance, nos divertimos muito, passamos a ir muito em uma boate perto de casa, nos amassávamos bastante; ele tinha um beijo muito especial, me deixava louca. Um certo dia ele me convidou para ir a um motel porque ele dizia que estava louco para fazer amor comigo e não agüentava mais de tanto tesão.

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